Como montar uma boa tábua de queijos… Mineiros!

Nada melhor que receber os amigos em casa, não é mesmo? Jogar conversa fora, contar as novidades, matar as saudades, comemorar, beber, dançar… Mas, nada disso faz sentido sem uma boa comida.

Os mineiros são ótimos anfitriões, conhecidos pela fartura na hora de servir um prato. As ideias são muitas, não são? E bate aquela dúvida no que fazer para agradar os convidados.

Hoje, vamos te ensinar a fazer uma bela tábua de frios. Simples e versátil, são petiscos deliciosos e que todo mundo gosta. E, o melhor, ela nunca decepciona no sabor.

Mas, com uma novidade: aproveitar o máximo o que Minas pode nos oferecer de bom. Vem comigo?

Escolha

Primeiramente, tudo o que você precisa saber para servir tábua de frios é o que colocar nela e quais produtos selecionar. No caso de queijos, o protagonista de qualquer tábua de frios, você deve levar em consideração os sabores escolhidos. O ideal é uma variedade de três a sete tipos de queijos, de texturas, cores, origens e sabores diferentes, agradando, assim, diversos paladares. Geralmente, um convidado consome de 150g a 200g. Então, escolha bem!

Um mix de castanhas e pães de casca dura, como o italiano, também são boas opções e podem ser servidos juntamente. Frutas frescas ou secas, azeitonas, mel, geleias ou outros frios também são ótimas pedidas. Mas, atenção! É importante que os sabores não sejam muito intensos para que não se sobreponham aos queijos.

Tipo de Queijos

Queijos frescos: Queijo de cabra ou vaca, Requeijão com Raspa, Queijo Minas Artesanal.

Queijos macios: Mozzarela, Brie, Serra da Estrela, Queijo Parmesão Califórnia, Queijo Senzala.

Semi-macios: Gouda, Queijo Arupiara, Queijo Mantiqueira, Queijo da Figueira, Queijo Bello, Queijo Cuesta Azul, Queijo Canastra.

Duros: Grana Padano, Pecorino, Gruyère, Provolone, Queijo Mandala, Queijo Caprino Romano.

Montagem

Para melhor textura e sabor, retire os queijos da geladeira uma hora antes de servi-los. É importante ter uma lógica. Seja sentido horário ou esquerda para a direita, disponha os pedaços começando pelo mais suave e terminando com o queijo de sabor mais marcante.

Sirva-os em tábuas de madeira, ardósia ou granito, para não influenciarem na experiência. Lave-as bem e deixe secar durante um tempo. Dispor diferentes tipos de facas também, de preferência mais finas e sem serra, deixam a mesa ainda mais bonita.

Por fim, o corte das peças de queijo é de sua escolha. Você pode deixá-la completamente cortada ou apenas iniciar os cortes. Não há regra: você pode cortar em cubos, fatias ou gomos.

Sugestão de Harmonização Roça Capital

Segundo Guilherme Vieira, proprietário da Roça Capital, muitas são as opções de queijo e harmonização para poder fazer uma deliciosa noite com os amigos. “O Queijo da Tulha, por exemplo, tem sabor levemente salgado, um toque adocicado e aroma leve de café, é especial para consumir com vinhos ou cervejas mais elaboradas”, diz. “Já o Queijo Canastra é um tipo de queijo com sabor único, amanteigado e raro, mas com interior macio, é ideal para comer com uma cerveja gelada, cachaça ou vinho tinto”, comenta.

Veja mais algumas opções:

– Queijo do Gir: tem sabor casca dura e mofada, o qual faz com que o queijo tenha sabor intenso e picante proveniente do mofo branco que é natural da região do Serro. Melhor apreciado como aperitivo com bebidas mais encorpadas.

– Queijo Arupiara: de leite puro de cabra, começa notadamente adocicado, mas, no fim, deixa um sutil rastro picante na boca. Para ficar no ponto, deve ficar uma hora fora da geladeira. Assim se torna macio no interior e levemente rígido do lado de fora.

– Queijo Minas Artesanal Serra do Salitre Imperial: o queijo produzido na região da Serra do Salitre apresenta sabor é suave e é cremoso. Sua tendência é intensificar de acordo com o tempo de maturação. Pode ser encontrado meia-cura, fresco, ou curado, e o tipo Imperial é encontrado envolvido por uma camada de resina – amarela ou preta- que protege o queijo. Massa branca, macia e com um sabor mais apurado de queijo que envelheceu com técnica e sabedoria.

– Requeijão com raspa: é um requeijão feito para o corte. Tem a textura firme permite que o queijo seja fatiado facilmente, o que o torna muito versátil principalmente para servir à mesa ou como ingrediente culinário.

– Queijo Mandala: Ele é feito de leite cru, em tachos de cobre, maturado sobre madeiras em caves, o que garante o controle da umidade e da temperatura e desenvolvimento da textura e aroma próprios do produto. Ele é mais acentuado e adocicado e com ótima capacidade de derretimento.

– Queijo Mantiqueira: Sua casca é dura e rugosa e a massa macia e untuosa. Harmoniza muito bem com geleias de frutas vermelhas e jabuticaba!

– Queijo da Figueira: possui casca dura com coloração marrom, massa untuosa e sabor levemente adocicado. Especial para consumir com vinhos ou cervejas mais elaboradas devido ao seu complexo sabor.

– Queijo Bello: é maturado a partir do queijo Minas Artesanal de leite cru em baixa temperatura e alta umidade, desenvolvendo neste processo cremosidade e sabores delicados e frutados. Sua coloração vai do amarelo pálido ao laranja avermelhado, possui cheiro característico, sendo que sua cremosidade varia de acordo com o tempo de maturação e com as características inerentes aos queijos artesanais, que podem mudar ao longo do ano e de acordo com o local de origem. Manter refrigerado. Harmoniza com diferentes vinhos brancos ou tintos ou com cerveja e na culinária tem várias opções de receitas.

– Caprino Romano: é originário da Itália, inspirado em um dos queijos italianos mais conhecidos no mundo, o Parmesão. Sendo um queijo de sabor muito característico e agradável, de massa dura, prensada, sua maturação é lenta e portanto é um queijo com sabor picante, neste queijo podem-se notar claramente sabores exclusivos dos queijos de cabra, pois apenas com uma maturação longa, são liberados alguns aromas que só existem nos derivados de leite de cabra. Para acompanhar vinhos tintos encorpados.

– Cuesta Azul: Maturado sobre madeiras por 60 dias, tem casca de aparência rustica e levemente amarga, com interior macio, de início doce, que lembra notas de nozes e avelã e final mais salgado.

– Queijo D´Artesanal: É um queijo democrático que harmoniza com tudo: café, doce de leite, goiabada, geleias, azeite, tomatinho seco, cortado em fatias com pão francês, em cubinhos com azeite e orégano, enfim, mil e uma utilidades. Sabor levemente picante e forte de gosto, intenso e persistente na boca. Aromas de ervas frescas e lácteos.

Outras sugestões de queijos tradicionais

Brie: textura macia e sabor levemente adocicado; ideal com vinho tinto de uva pinot noir ou com cerveja do tipo pale ale.

Parmesão: textura firme, salgada e gordurosa; ideal com vinho tinto de uvamalbec ou ainda com uma cerveja amarga, como a do tipo weizenbier.

Roquefort: sabor picante e intenso; ideal com vinhos tinto seco ou do porto, além de cerveja amarga.

Gouda: textura macia; ideal com vinho tinto cabernet sauvignon ou cerveja do tipo pilsen.

Camembert: textura mole e sabor intenso; ideal com vinho branco seco ou com cerveja do tipo pale ale.

Provolone: sabor picante e aroma defumado; ideal com vinho branco seco ou cervejas de trigo ou do tipo pilsen.

Gorgonzola: textura cremosa e sabor picante; ideal com vinhos branco ou tinto de uva merlot ou pinot noir ou cervejas amargas.

Prato: textura elástica e sabor adocicado; ideal com vinho branco ou cervejas do tipo lager ou pilsen.

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